
Passou um ano desde o início da loucura da gripe mexicana, depois designada suína, A e mais tarde H1N1, inventada pela OMS. No espaço de um ano, o número de mortos com a gripe foi inferior aos da gripe sazonal, ao contrario das previsões.
No desenrolar desta gripe, todos ficámos a percebemos que a Organização Mundial de Saúde (OMS) não é uma instituição de confiança. Principalmente, porque fica a suspeita de que esta gripe tenha sido um esquema da indústria farmacêutica, em que OMS alinhou... Agora, a instituição vem dizer que se enganou com o alerta e culpar os media por atrapalhar a comunicação sobre o H1N1.
É preciso também debater o desempenho dos jornalistas (jornais, revistas, televisões, rádios, etc...) pelo seu desempenho neste caso. É que se os jornalistas não servem para manter a clarividência social em situações de emergência, não vejo qual o seu papel na sociedade pós-moderna.
Por fim, alguém devia perguntar à Ministra da Saúde quantos foram os portugueses vacinados, quanto dinheiro gasto foi bem aplicado e onde estão as restantes vacinas.
Vejam no Público a cronologia dos acontecimentos.
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